Curso de Pós Graduação - Saúde Mental e Riscos Psicossociais

 AUTOCONHECIMENTO, GESTÃO e RELACIONALIDADE.

EMENTA:

O gerador de problemas no campo dos Riscos Psicossociais e seus impactos na  Saúde Mental  para além do conceitual, é um modelo de pensamento arcaico de Gestão e suas práticas desumanas e insanas.

Relacionalidade refere-se à capacidade, natureza e qualidade de estabelecimento de interações e relações com outras pessoas.


Ref. Bibliográfica:

1] Greene, Robert. As leis da natureza humana. Robert Greene; tradução de Angela Tesheiner. – São Paulo: Planeta, 2021.

2] Pétry, Jacob J. O óbvio que ignoramos: como simples atitudes podem fazer você obter sucesso em tudo o que realiza - São Paulo : Lua de papel, 2010.

3] Han, Byung-Chul Sociedade do cansaço / Byung-Chul Han ; tradução de Enio Paulo Giachini. – Petrópolis, RJ : Vozes, 2015.

4] Grant, Adam.Pense de novo / Adam Grant ; tradução de Carolina Simmer. - 1. ed. - Rio de Janeiro: Sextante, 2021.

 

Profissionais sugeridos:

MOD. III – ERGONOMIA, Organização do Trabalho e Carga Mental – OLAVO LEAL SILVÉRIO – telefone: (16) 999 753 587

MOD.III – Saúde Mental e Políticas Públicas do trabalho – JANE CRISTINA – telefone: (16) 981 746 595

MOD. V – Gestão de Pessoas e Saúde Organizacional – BEATRIZ REZENDE – telefone (16) 992 352 477

 

Obs.1: sugiro conversar com a Jane, apresentar o curso para ela,  imagino que ela poderá assumir mais um componente curricular.

 

Obs.2: se precisar, posso ajudar na introdução, umas 4 horas,  de História e Transformações no Mundo do Trabalho

 

 

Prezado Silvio,

Seu projeto está abrangente, contempla os tópicos necessários para a formação dos especialistas.

Percebemos que o gerador de problemas neste campo, para além do conceitual, é um modelo de pensamento arcaico de Gestão e suas práticas desumanas e insanas. Práticas essas, não só decorrentes da formação, muito mais da deformação, o que certamente conduz à confusão entre poder e competência, portanto insegurança, derivando em 'mando' em vez de atribuições.

Assim, sugiro inserir módulo ou seminário (onde couber ou lhe parecer mais pertinente)

AUTOCONHECIMENTO, GESTÃO e RELACIONALIDADE.



Relacionalidade Organizacional - é o estudo das interações, redes e vínculos que conectam os colaboradores.

Somos seres relacionais, interdependentes...mas, a maioria dos Diretores e Gerentes que conhecemos não entendem isso. Para esses indivíduos, eles são os ‘senhores’, os demais são peças meramente intercambiáveis.

O conceito permeia a Filosofia (Ética, Respeito...), a Psicologia (grupos, relacionamentos...) e a Sociologia (construções sociais).

 

Relacionalidade refere-se à capacidade, à natureza ou à qualidade de estabelecer relações e interações com outras pessoas ou coisas.

É o princípio ou a condição que define a nossa existência por meio de interações e vínculos. É a ideia fundamental de que formamos nossa identidade e compreendemos o mundo não de forma isolada, mas como parte de uma rede contínua de relações com outras pessoas, o ambiente e a sociedade.

Abrangência do conceito: Alteridade e Identidade; Convivência e Empatia; Construção Organizacional e Social.

DETALHAMENTO:

Riscos?

Psico? [ indivíduo]

Sociais [ambiente]


FILOSOFIA:

Atenção

Estrutura

Fundamentos

Interesse

Por quê?

Princípio


RISCO: o que é?

estrutura

identificação

levantamento > relação de ações

prevenção

sistema


NOTAS PARA A PRIMEIRA AULA...

ABENÇOAR? > = ajudar.

Geração abençoada com ferramentas. Vantagem ou desvantagem?


CERTIFICADO / DIPLOMA

Você compra porque tem instituições que vendem.

Preço e valor?

O que você adquire: conhecimento, relações ou ilusões?

Obra recomendada: SOCIEDADE DO CANSAÇO.


Termos importantes:

Doxa. (do gr. opinião, juízo, ponto de vista, crença filosófica) a) Na filosofia refere-se às opiniões humanas, não teoricamente fundadas, não cultas, não especulativas, significando as tomadas de posição que não são produtos de especulações. Por isso a doxa é apresentada como oposição ao conhecimento teórico, à teoria.

b) Em Husserl há na doxa, já epistéme, que é conhecimento culto não ainda exteriorizado categorialmente, mas percebido precategorialmente; em suma, na doxa, já há, confusamente, um conhecimento possível, de caráter epistêmico, discursivo, que a mente humana pode teoricamente expressá-lo a posteriori. Esta posição não se opõe à posição clássica, porque o conhecimento teórico, inicia-se com a doxa. (1)

(1) SANTOS, M. F. dos. Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais. 3. ed. São Paulo: Matese, 1965.

POSITIVISMO (in. Positivism- fr. Pasitivisme, ai. Positivismus; it. Positivismo). Este termo foi empregado pela primeira vez por Saint-Simon, para designar o método exato das ciências e sua extensão para a filosofia (De Ia religion Saint-Simonienne, 1830, p. 3). Foi adotado por Augusto Comte para a sua filosofia e, graças a ele, passou a designar uma grande corrente filosófica que, na segunda metade do séc. XIX, teve numerosíssimas e variadas manifestações em todos os países do mundo ocidental. A característica do P. é a romantização da ciência, sua devoção como único guia da vida individual e social do homem, único conhecimento, única moral, única religião possível. Como Romantismo em ciência, o P. acompanha e estimula o nascimento e a afirmação da organização técnico-industrial da sociedade moderna e expressa a exaltação otimista que acompanhou a origem do industrialismo. É possível distinguir duas formas históricas fundamentais do P.: o P. social de Saint-Simon, Comte e John Stuart Mill, nascido da exigência de constituir a ciência como fundamento de uma nova ordenação social e religiosa unitária; e o P. evolucionista de Spencer, que estende a todo o universo o conceito de progresso e procura impô-lo a todos os ramos da ciência (para o positivismo evolucionista, v. EVOLUCIONISMO).

As teses fundamentais do P. são as seguintes:

I] A ciência é o único conhecimento possível, e o método da ciência é o único válido: portanto, o recurso a causas ou princípios não acessíveis ao método da ciência não dá origem a conhecimentos; a metafísica, que recorre a tal método, não tem nenhum valor.

2] O método da ciência é puramente descritivo, no sentido de descrever os fatos e mostrar as relações constantes entre os fatos expressos pelas leis, que permitem a previsão dos próprios fatos (Comte); ou no sentido de mostrar a gênese evolutiva dos fatos mais complexos a partir dos mais simples (Spencer).

3] O método da ciência, por ser o único válido, deve ser estendido a todos os campos de indagação e da atividade humana; toda a vida humana, individual ou social, deve ser guiada por ele. O P. presidiu à primeira participação ativa da ciência moderna na organização social e constitui até hoje uma das alternativas fundamentais em termos de conceito filosófico, mesmo depois de abandonadas as ilusões totalitárias do P. romântico, expressas na pretensão de absorver na ciência qualquer manifestação humana.

Fonte:

ABBAGNANO, Nicola, 1901-1990. Dicionário de filosofia. 6a. ed.- São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012. 

 


POSITIVIDADE: A positividade não é uma mágica para eliminar os dias ruins, mas sim uma ferramenta para navegar por eles com mais leveza, equilíbrio e determinação. Também conhecida como otimismo, é uma virtude que tem como objetivo fazer com que cada pessoa olhe para as situações da vida de forma positiva. Em outras palavras, é quando conseguimos visualizar o lado bom das coisas, principalmente em relação às situações que não saíram conforme o esperado.


A expressão em latim "nomina non positiva esse, sed naturalia" significa "os nomes não são estabelecidos por convenção, mas pela natureza". 

A frase é uma famosa citação do filósofo romano Públio Nigídio Fígulo, resgatada posteriormente pelo escritor Aulo Gélio em sua obra Noites Áticas.

Ela ilustra um importante debate na antiguidade clássica:

Positiva (ou por convenção / thésis): Refere-se à ideia de que as palavras foram criadas arbitrariamente pelos homens, sendo apenas rótulos ou acordos sociais.


Natural (ou por natureza / physis): Refere-se à concepção de que as palavras e os nomes possuem uma ligação intrínseca, racional ou divina com a essência das coisas que nomeiam.

Comentários